| Comunidades temem a contaminação com os rejeitos da mineradora |
O rompimento da barragem de Córrego do Feijão, em Brumadinho, completa hoje (25) três anos. Estudos e depoimentos indicam que, desde o desastre-crime, as cheias do rio Paraopeba se intensificaram, possivelmente pela presença dos rejeitos de mineração, que permanecem no rio.
Muitas famílias e comunidades, impactadas pelo transbordamento, sofrem de maneira ampliada e contínua os danos decorrentes do desastre-crime.
Na região de Esmeraldas, foram atingidas pelas enchentes de janeiro as comunidades de Padre João, Vinháticos, Fazenda da Ponte, Vista Alegre, Riacho, São José, Cachoeirinha, Taquaras, que se encontram em estado de calamidade.
De acordo com dados do poder público e relatos de moradores das localidades, o rio alcançou elevação de 7 metros acima do nível considerado normal, ultrapassando em 1,5 a marca histórica registrada de 1997.